sábado, 12 de dezembro de 2009

Doha, Qatar

Estou de partida para as arábias, mais concretamente para Doha, a capital do Qatar. Para quem não faz a mínima ideia de onde fica isto:



Sim, temos ali os Emirados mesmo ao lado e portanto o famoso Dubai.

A baía de Doha é algo assim,



Enfim, direito à aventura e mais do que isso fugindo do LIDL!

Até lá!

sábado, 24 de outubro de 2009

Discriminação

Discriminação é o que este homem sente, tal como todos nós, quando temos uma opinião que na teoria é diferente do resto mas que na realidade é uma opinião partilhada pela maioria, maioria essa que é enganada nos seus valores morais pensando que o correcto é o incorrecto e o incorrecto é o correcto tal e qual ensinar a uma criança que matar é do bem. Essa criança embora mate, no fundo sabe que isso é errado mas não ousa dizê-lo em praça pública pois caso contrário será discriminada!

É o caso deste homem que, sem dó nem piedade, é discriminado do principio ao fim por uma jornalista de meia tigela!

Mas não será preciso 2 neurónios, basta 1 para perceber que a "jornaleca" sempre que fazia uso da sua arrogância era "encavada". Contra as verdades não existem argumentos e tu, minha jornalista convencida, foste papada à grande!

sábado, 17 de outubro de 2009

Homens e Mulheres

Mais verdade não poderia haver...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dúvidas?!

Aposto que a maior parte de vocês nestas Legislativas votou no mesmo de sempre:


PS/PSD - Aqueles que não fazem a mínima ideia onde colocar a cruz.

BE - Aqueles que, começando a ter alguma opinião, acham que esta é a alternativa.

CDS-PP - O clube dos betolas. É do bem, portanto.

CDU - Os antigos que nunca mudam.


O que falta é alguém que fale a verdade que dói a muita gente mas falta a coragem e cada um fecha-se à chave. Eu falo e disso não tenho medo! Mas não sou o único e dou os meus parabéns a este Senhor por usar o seu raro tempo de antena para falar algumas dessas verdades.



Obrigado!

sábado, 29 de agosto de 2009

Pessoas

Rita diz:
pois
és mmo despegado
o outro n existe pa ti ou ke?
qdo fazes sexo cmg ate parece q tas vazio
sei la
as xs é esquisito
és alguem bastante estranho
n crias afinidds com as pessoas.. nem keres criar
é o teu mundo . sozinho sozinho
sei la... tas lá cmg ... mas como n ha afinidd nenhuma é como se n tivesses .. continuas
la n teu mundo .
pouco importa c quem tas
tas ali so para ti
bom.. tou a exagerar
yh ...
opah. é so o facto de ser so sexo e pronto

MM diz:
querias algo mais é isso

Rita diz:
nao
nao quero
mas é diferente qd ha senntimntos d afecto
mas ... é bom so sexo tb
faz se e ta despachado

MM diz:
mas da m a entender q tas confusa

Rita diz:
confusa?
em relaçao a ke .?

MM diz:
n sei, tas a dizer q por um lado falta qq coisa
mas por outro tb é bom so sexo

Rita diz:
neste mo/ n kero ter essa 'qq coisa' de qq das formas

MM diz:
entao tas bem
tas feliz
pk essa coisa d veres vazio em mim etc

Rita diz:
yah
so preciso de sexo
à bruta
lol

MM diz:
entao ta td bem
é o q interessa

Rita diz:
é o teu lado individualista
mas n tou a dizer k kero k mudes
lol

MM diz:
se eu mudasse deixavas d gostar

Rita diz:
so constato factos,n digo k kero e k preciso k me abraces
sei la eu
nem te imagino a mudar se ker
plo menos em relaçao a mim

MM diz:
tas a ver m a dar abracos?

Rita diz:
tvz encontres uma gaja e com ela sejas diferente
pk nao? lol
n sabes dar?

MM diz:
ao meu pai e a minha mae
lol

Rita diz:
pronto
ja é qq coisa

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Ryanair

Existe uma empresa pela qual eu tenho alguma estima no que toca à sua filosofia de funcionamento. Essa empresa já está referida no titulo, Ryanair.

As empresas prestam vassalagem aos seus clientes, não importa se eles têm ou não razão e daí até saiu a velha máxima "O cliente tem sempre razão".

Na verdade,

O cliente é estúpido.
O cliente é parvalhão.
O cliente é mal educado.
O cliente é arrogante.
O cliente é pretensioso.

O cliente é tudo isso e muito mais.

Mas se assim é porquê que os empregados que lidam directamente com o cliente respondem a tudo isso com um simples sorriso e um "Desculpe, tem toda a razão." ?!

Bom porque o cliente sabe que sem ele a empresa não existia e a empresa sabe-o também. Então o cliente aproveita-se deste "poder" e usa e abusa como quer, gritando, gesticulando, armando (barraca, claro!) e todos os "-andos" que possam haver, na esperança que mesmo assim seja bajulado com mil desculpas.

Se não forem bajulados com mil desculpas vão com certeza reparar que o cliente fica possesso, irritado por se sentir humilhado nas suas pretensões usando como último recurso o livro de reclamações, sendo este o golpe final em que ele, o cliente, sai de cabeça erguida.

No entanto existe uma pessoa que toda a gente odeia mas que eu adoro: Michael O'Leary!

Este senhor é o presidente da Ryanair, uma companhia aérea Low-Cost .

Ele diz "O nosso atendimento ao consumidor é diferente do de todas as outras companhias aéreas, que têm uma imagem de 'queremos cair a seus pés, abuse de nós, o cliente tem sempre razão' e todo esse absurdo."

Em contraste, diz O'Leary, a Ryanair promete quatro coisas: tarifas baixas, um bom registo de voos dentro do horário, poucos cancelamentos e poucas bagagens perdidas.
"Se quiser algo mais - vá-se embora! Nós vamos pagar um hotel se o seu voo for cancelado?", "Não! Vá-se embora."

"Vamos reembolsar uma passagem não-reembolsável porque a avó morreu de repente?",
"Não! Vá-se embora. Não estamos interessados nas suas lamurias! Qual parte do 'sem reembolsos' você não entendeu?
"

"Perdeu o voo porque esperou demais no balcão da Ryanair? Azar! A sua bagagem está levemente acima do peso? Deite fora o excedente! "

E no entanto, no meio disto tudo em que toda a gente fala mal da companhia, é engraçado ver que foi das poucas que tem obtido lucro nesta crise e porquê?

Simples, os clientes querem "
tarifas baixas, um bom registo de voos dentro do horário, poucos cancelamentos e poucas bagagens perdidas" e mesmo que a empresa não os bajule eles escolhem-na na mesma porque viajar na Europa por 5 euros vale o sacrifício.

Quem vier com as tretas de cliente sempre a queixar-se de tudo leva com isto pelo rabo acima:

"Não estamos interessados nas suas lamurias! Vá-se embora!"

Grande
O'Leary!!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Eufemismos

Num país cuja mentalidade dominante e reinante põe tudo de pernas para o ar, já se sabe que nele só a falsidade pode imperar e a realidade das coisas é invertida.
Esse país é nosso Portugal de hoje em dia que, subjugado a uma propaganda perversa, marcada por múltiplos complexos, utiliza o eufemismo, intencionalmente, para virar o bico ao prego das realidades. É neste contexto que verificamos a gradual substituição de uma série de termos do nosso vocabulário corrente, onde, numa lista infindável, por exemplo, preto passou a ser pessoa de cor, delinquente a jovem, drogado a toxicodependente
O problema que aqui reside é que não se trata apenas de simples forma de expressão ingénua, mas sim de uma estratégia concertada onde esta questão, aparentemente inócua, na verdade faz parte de um todo que visa inverter as mentalidades, manipulando-as e mais facilmente as dominar. A utilização dos antigos vocábulos é assim, à luz desta mentalidade, uma afronta contra a sociedade.

Preparadas assim as pessoas, num terreno semeado por eufemismos que visam proteger uns quantos e promover outros num branqueamento cego (ou “invisual” de acordo com a mentalidade instituída….) de tristes realidades, estão então lançadas as bases para as inverter.

É precisamente isto que se passa na nossa sociedade! A opinião maciçamente publicada passa a ser confundida com opinião pública. Esta por sua vez sente-se refém da opinião veiculada e só os mais lúcidos ou corajosos é que ousam ir contra a corrente e denunciar que está tudo de pernas para o ar.

Assim, nesse contexto, os polícias, defensores da ordem, passam a ser vistos aos olhos dos incautos (já devidamente narcotizados pela propaganda) como os agressores gratuitos e por outro lado os criminosos como uns desgraçadinhos, vítimas de uma sociedade que não os compreende…

Estas anteriores considerações vieram a propósito dos recentes ataques a tiro a dois polícias, facto que foi noticiado, mas também daqueles factos não noticiados (ou discretamente feitos) que são as agressões diárias aos agentes da autoridade por parte dos tais jovens aos quais nunca deixarei de chamar delinquentes organizados em gangues étnicos. Basta referir que ainda no mês passado, uma patrulha policial entrou no Bairro da Quinta Fonte (apresentado como pacificado pela propaganda oficial do governo) em perseguição a uns assaltantes (que já se sabe que "não têm culpa", pois são “vítimas” de um sistema opressor e da “brutalidade policial”) e foi “naturalmente” recebida à pedrada e garrafada.

No dia em que os dois polícias foram alvejados, onde estavam os sempre defensores da tolerância, da não-violência e de outras fantasias que tais?
Se um polícia atira a um criminoso, no cumprimento do seu dever, aqui del-rei que abusou da força, agiu com brutalidade, instigou ao ódio… E lá vêm as tais pessoas e associações, pagas com o nosso dinheiro, defender os “desgraçados” que “apenas” mataram, violaram ou roubaram, mas com “desculpas e atenuantes” (claro está!...) e apontar o dedo à polícia e à autoridade.

Mas que raio de sociedade é esta em que o absurdo, que entra pelos olhos de qualquer pessoa normal, se impõe desta forma chocante?

Para mim a defesa da ordem é uma prioridade e a segurança é inquestionável! Para tal, eu defendo inequívoca e efectivamente a polícia.
Como podemos nós tolerar que o Estado ande a sustentar, com o nosso dinheiro, através de toda a sorte de subsídios e apoios, estes invasores que nos desrespeitam e aos quais ainda por cima têm o desplante de atribuir a “nacionalidade” portuguesa?

Esta é realidade que temos e eu defendo a sua radical inversão!
Assim, ao invés de desculpabilizar-se os delinquentes, pagar-lhes subsídios e dar-lhes a nacionalidade portuguesa, factos que considero um grave atentado aos portugueses e a Portugal, inversamente, defendo a sua punição penal, o repatriamento, a extinção do reagrupamento familiar, o corte radical e imediato dos seus subsídios e a alteração da lei da nacionalidade (a qual deve ser exclusivamente herdada e nunca dada ou exigida).

Por outro lado, em relação aos polícias o que se verifica é que estes são desautorizados e mal tratados na opinião feita pública. Verifica-se que têm perdido sistematicamente direitos adquiridos e regalias mais do que justas. Verifica-se que a sua idade de reforma é aumentada e não se tem em conta que se trata de uma profissão de desgaste, devido ao trabalho por turnos e de risco. Não se atende aos seus sucessivos pedidos de aumento de efectivos que tanta falta fazem e pelo contrário, o MAI só desfalca o quadro colocando polícias a fazer de guarda-costas ou em trabalhos administrativos (isto já para nem falar na sua utilização na caça á multa…). As esquadras estão vazias e muitas vezes apenas contam com um ou dois agentes de serviço, criando uma situação de tal modo aflitiva em que os criminosos até se sentem encorajados a invadi-las e agredir polícias no seu interior. Os polícias não têm material adequado nem suficiente para fazer face a uma criminalidade crescente e ainda por cima têm que pagar o equipamento com o seu dinheiro, tendo para tal um subsídio ofensivo, de tão ridículo que é. Quando os polícias estão deslocados da sua terra de origem e longe das suas famílias, coisa que sucede em inúmeros casos e por muitos anos consecutivos, onde está a facilidade na aquisição de casa e o seu reagrupamento familiar que se dá de mão beijada aos seus agressores?


Comigo as coisas voltariam à sua correcta posição!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Teorias de Grupo

Desde que me conheço sempre tentei compreender as pessoas e imagino que não esteja sozinho, deverá haver por ai muito boa gente que, por uma razão ou outra, tente decifrar o comportamento dos outros.

Eu vou vivendo e sobrevivendo as situações, tiro ilações e formulo teorias com base na incidência constante ou não de certas variáveis. Depois aplico essa teoria nas situações que se avizinham e tento prever o comportamento das pessoas e consequentemente o desenrolar das situações.

Modéstia à parte devo dizer que tenho tido algum sucesso mas numa amostra muito pequena, a amostra com a qual tenho tido mais contacto ao longo dos anos porque de resto tentar prever noutras amostras já é bastante difícil, as pessoas são diferentes.

No entanto há determinadas coisas que são universais e prevalecem para todas as amostras e por isso as minhas teorias nessas situações já funcionam para toda a gente, obviamente com excepções visto que há sempre pessoas diferentes e ainda bem. Essas situações universais normalmente são assim porque mexem com os instintos básicos e acabam por ser comuns entre as pessoas.

Uma dessas situações é por exemplo observarmos um grupo no qual a percentagem de pessoas do sexo feminino é largamente inferior à do masculino. Provavelmente aquilo que irei dizer já não será novidade para muita gente, principalmente depois de John Nash ter feito referência a esta situação mas a novidade será o meu comportamento nesses contextos, ao qual já o tinha, mesmo antes de saber quem era John Nash.

Vamos imaginar apenas 1 elemento feminino ( 1X ) e 5 elementos masculinos ( 5Y ).
Os elementos masculinos ( 5Y ) vão certamente competir pelo elemento feminino ( 1X ), não de uma forma directa entre si mas com investidas directas no elemento feminino ( 1X ). Esta competição e a escassez de 1X faz com que os 5Y baixem os seus padrões de beleza feminina, o que faz com que na eventual situação de 1X não encher as medidas a alguns elementos de 5Y possam a partir deste momento fazer parte também do leque de competidores.

Posto isto, os 5Y passam à acção tentando evidenciar-se dos demais na esperança de obterem maior atenção de 1X.
1X vai provavelmente dar a mesma atenção, muita ou pouca, a todos e os 5Y com esse input vão continuar a investir mais e mais.
O resultado final, estatisticamente e com teoremas de base, diz-nos que nenhum dos 5Y sucederá, pelo menos naquele momento, poderá isso sim ter sucesso posteriormente obtendo vantagem em relação aos restantes 5Y com momentos a sós, seja por SMS ou pessoalmente mas naquele exacto momento da competição não vai, digamos assim, picar o ponto.

Existem várias razões para tal facto, uma delas é partir do principio de que 1X prefere ser cortejada e desejada por todos os 5Y, elevando assim o seu ego, do que escolher um elemento de 5Y fazendo com que os restantes deixem de investir.

Bom, o meu comportamento nessas situações sempre foi o mesmo e tem sido fruto não só das minhas teorias como da minha própria personalidade, da minha essência e passo a explicar.

Quando faço parte de 5Y ( reparem que não é uma escolha fazermos parte ou não, ainda ontem fui convidado para um jantar em casa de uma amiga na qual ela era a única mulher e eu era o 5º ou 6º elemento masculino) excluo-me sempre da investida colectiva porque para mim uma mulher não vai estar comigo só porque fui o mais maroto ou aquele que mais deu nas vistas, isso significava que tanto poderia estar lá eu a comer como outro qualquer.

Uma mulher para estar comigo tem que querer realmente e se à partida faço parte de 5Y essa mulher vai ser indiferente a qualquer investida do restante grupo porque na verdade vai querer-me a mim e apenas a mim e a mais ninguém, caso contrário sou eu que não a quero.

Portanto, quando me encontro no seio de 5Y fico indiferente à competição e mantenho-me com paz e serenidade esperando obter algum input positivo apenas a mim, obviamente mostrando-me também receptivo, se vejo que os inputs vão sendo positivos para a generalidade do grupo 5Y faço as malas e vou-me embora, a principio apenas me vou embora mentalmente e desapareço do local, depois desapareço mesmo fisicamente.

Se é preciso competir para ganhar o troféu então eu estou fora porque isso significa que qualquer um pode ganhar e para mim só pode haver um vencedor: Eu!

domingo, 1 de março de 2009

Criminalidade

As recentes notícias do “Correio da Manhã” e “Diário de Notícias”, que têm por base fontes e declarações da Polícia Judiciária de Lisboa e do Porto, dão razão ao que sempre tenho vindo a afirmar que a criminalidade crescente está directamente relacionada com a imigração.

De acordo com o estudo revelado pelo CM, tendo por base a PJ de Lisboa, 41% dos homicidas são estrangeiros, sendo que estes, segundo a mesma fonte constituem uma percentagem de 7% da população, pelo que facilmente se verifica a forte propensão para o crime no seio dos imigrantes, que me leva a afirmar que a imigração traz um aumento da criminalidade. Dos restantes 59%, apontados como sendo portugueses, lembro que estes são na sua maioria filhos de imigrantes aos quais já foi atribuída a nacionalidade portuguesa. Dessa forma, a afirmação de que 59% dos homicidas são portugueses é uma falácia, uma vez que por um lado são fruto directo da imigração e por outro lado, para mim, estes não são nem nunca serão portugueses de facto.

O povo português está a ser vítima, na sua própria casa, da criminalidade trazida por uma imigração que nos invade e desrespeita.

Quando eu paro num semáforo e me deparo com um sujeito que, num puro acto de teatralidade, geme e tremelica estendendo a mão... pergunto-me se nós, portugueses, precisamos disto!

Nós não precisamos de uma tipa obesa e suja com uma criança ao colo a pedir nos semáforos.

Assim, para mim, é urgente:

> alterar a Lei da Nacionalidade, consagrando o “Jus Sanguinis” como critério único;
> reverter os fluxos migratórios, repatriando os ilegais, marginais e subsídio-dependentes;
> apoiar as polícias, dando-lhes autoridade, meios para agir, equipamento e preparação, dignificando a sua carreira de risco e desgaste;
> reduzir a inimputabilidade penal para os 14 anos;
> julgar os crimes com rapidez;
> garantir o efectivo cumprimento das penas.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

. . . raças.

Como poderemos então diferenciar-mo-nos uns dos outros? Uns diferenciam pretos de brancos e amarelos, outros diferenciam asiáticos de latinos e nórdicos enquanto outros aclamam que todas essas diferenças são apenas aparentes e que no fundo a essência de todo o ser humano, o gene, é igual em todos.

Vamos definir primeiro aqui alguns termos que depois serão úteis no nosso raciocínio.

Taxonomia:
É a forma pela qual classificamos e hierarquizamos as coisas, como por exemplo as espécies ou os reinos.

Genótipo:
O conjunto de genes de um individuo.

Fenótipo:
As características visíveis (estrutural, bioquímica, fisiológica, comportamental, etc) que um individuo apresenta e dependem de duas coisas - do seu Genótipo e do Meio envolvente.

Posto isto poderemos começar então a desenvolver o nosso tema.

Na Ciência em geral e no nosso caso na Biologia em específico nada é 100% certo, apenas sabe-se que existem teorias mais aceites que outras, o que não invalida a veracidade dessas mesmas teorias e a sua essência pode ser mesmo intocável!

Como em tempos disse Hubert Reeves: "You are literally made of stardust".

Todos nós e tudo aquilo que os nossos olhos vêm e não vêm é feito de poeira de estrelas! Desde um pedaço de rocha inerte e sem vida até ao Homo Sapiens. A origem é a mesma mas como se sabe o resultado da evolução é totalmente diferente, o como e o porquê não nos interessa discutir agora, interessa sim frisar que nem tudo o que tem a mesma origem é igual entre si!

E é devido a essas mesmas diferenças existirem que surgiu a Taxonomia. O intuito não é classificar os melhores ou os piores mas sim organizar tudo de uma forma lógica que traduza o trabalho desenvolvido pela Natureza.

Quase no final desta hierarquia Taxonómica existem as chamadas "espécies", que por sua vez também se dividem em sub-espécies se for caso disso. Esta sub-divisão nem sempre tem um fundamento em termos de genótipo mas na verdade baseia-se na maior parte das vezes no fenótipo da espécie. Uma espécie exposta a vários desafios oferecidos pelo meio envolvente vai desenvolver um determinado fenótipo de acordo com os genes que tem e de acordo com os desafios presenciados, logo a mesma espécie afastada geograficamente e presenciando meios diferentes vai concerteza desenvolver fenótipos diferentes que melhor se adequam ao meio respectivo.

Pode-se afirmar então que podemos dividir a espécie em sub-espécies apenas com base em fenótipos, pelo menos isso tem sido feito, excepto com o Homo Sapiens que hoje em dia é aceite como tendo apenas uma sub-espécie: Homo Sapiens Sapiens.

Aqui, infelizmente, fez-se tudo menos ciência!

De forma a evitar o racismo ou todo o tipo de questões morais que a classificação em diferentes sub-espécies pudesse criar, diz-se que existe apenas uma.
Classificá-las como diferentes traz às nossas mentes um sentido de injustiça, desigualdade e moralmente incorrecto.

Quanto à classificação em si deixo para biólogos e antropólogos corajosos o fazer. Pode ser que apareça um Darwin, bem que nos fazia falta.

Alguns estudos, publicados por exemplo na revista Science, afirmam que por vezes existe maior variação genética dentro de um grupo do que por vezes entre vários grupos, querendo com isto dizer que é inútil a diferenciação racial visto que geneticamente o mesmo grupo racial pode ser mais diferente entre si do que em comparação com outro grupo racial. O facto é que, por exemplo, existe uma maior diferenciação genética entre algumas sub-espécies de chimpanzés do que entre algumas sub-espécies de chimpanzés e os chimpanzés Bonobo, que pertencem a uma ESPÉCIE diferente! Portanto é um argumento inválido!

De notar que, de acordo com a publicação "Microsatellite genetic analysis of dog breeds (Zajc et al., Mamm. Genome 8, 182-185, 1997)", é feito um estudo entre algumas sub-espécies de cães chegando a um índice de 0.028 a 0.054 de diferença entre as sub-espécies.

Em comparação, foi feito um estudo idêntico no Homo Sapiens Sapiens "(Kimmel et al., Genetic 143, 549-555, 1996)", que demonstra que o índice de diferença entre os Chineses e os Japoneses é na ordem de 0.029 e que as maiores diferenciações andam na ordem de 0.087 a 0.363.

Se nós somos todos Homo Sapiens Sapiens então teremos que mudar toda a Taxonomia de forma a estar de acordo com isso!

A grande questão é outra: vale a pena mover o mundo para nos protegermos do sentido de igualdade e justiça que temos?

Eu penso que não, sempre encarei a verdade como o único caminho e como já disse em tempos nas questões religiosas, prefiro a crueldade de uma verdade do que o consolo de uma mentira.

Ámen!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Uma questão de. . .

Num mundo perfeito, todos os povos, todas as culturas e todas as religiões partilhariam o mesmo espaço harmoniosamente, felizes e contentes! O que é certo é que se nem um casal consegue entender-se e se divorcia então juntar vários povos completamente diferentes parece-me uma tarefa um pouco impossível.

Vamos começar do princípio: "Todos diferentes, todos iguais."

No mundo animal existem muitas espécies no qual em cada uma delas também se diferenciam muitas raças. Nos cães por exemplo, existem muitas raças diferentes, no entanto não deixam de ser cães. Nas diferentes raças da mesma espécie existem características diferentes como é óbvio, caso contrário seriam da mesma raça. Estas características diferentes conferem à raça em questão pontos fortes e pontos fracos, dependendo da utilidade que queiramos dar a cada característica.
Se pretendermos um cão veloz então optaremos por uma raça que tenha essa característica bem vincada e diremos que esta raça é superior às outras.
Se pretendermos um cão forte fisicamente então já optaremos por uma outra raça com essa característica e esta passará a ser a nossa raça superior.
Mas, se por exemplo, quisermos um cão que não seja só veloz e não seja só forte mas sim com ambas as características então poderá haver uma raça, diferente das duas anteriores, que preencha esses requisitos e esta passará a ser a nossa raça superior.

Quero eu com isto dizer que a superioridade de uma raça apenas depende da função e utilidade que queiramos dar. Uma raça perfeita, que seja superior em todas as características, não existe!

Posto isto penso que elucidei o verdadeiro significado da frase acima citada, somos todos diferentes enquanto raças mas todos iguais apenas enquanto espécie humana.

Desde o inicio dos tempos que nós, não longe de qualquer outro animal, defendemos territórios pois não só eles nos trazem alimento como também a possibilidade de nos procriarmos e assim dar continuidade à nossa raça. O resultado nos nossos tempos é a definição de fronteiras e por sua vez a diferenciação do vasto território em diferentes países.

Um país não é mais do que um território defendido pela sua respectiva raça pois é a forma que a raça tem de garantir a sua existência.

Na Europa é como se existissem várias tribos da mesma raça - chamem-lhe Caucasiana, Europeia ou que quiserem, que se dividem em vários países mas que chegaram à conclusão, não prescindindo obviamente dos seus territórios, que podiam unir-se de forma a tornarem-se mais fortes perante o mundo, numa guerra que hoje em dia se traduz basicamente numa luta económica e não tanto numa luta militar. Encontrou-se portanto uma via pacífica de guerra.

A expansão de uma Nação e seu território já não se faz pela conquista física do terreno mas sim pela conquista económica!
É uma forma dos povos subjugados não se revoltarem contra o conquistador, visto que nem eles sabem que foram conquistados.

Estas formas sublimes de conquista são as que causam mais danos pois o povo quando descobre a invasão normalmente já é tarde demais!

É o que tem acontecido agora com as questões da globalização e da multiculturalidade em que os Europeus vêm-se agora envolvidos e amordaçados com falsos moralismos. Assim do nada ficamos impedidos de falar seja de que raça for, de tal forma que o ódio demonstrado pelos muçulmanos em relação aos Europeus, usando como pretexto as caricaturas de Maomé, foi consentido ao ponto de até algumas embaixadas Europeias terem sido alvo de incêndios mas a Europa, paralisada, nada fez!

Nada fez porque o sentimento de vergonha ao ser acusada de Racismo é maior que o sentimento de humilhação que os muçulmanos provocaram em nós. Bandeiras queimadas, gritos de ódio, embaixadas incendiadas... tudo isso é nada desde que não nos acusem de Racistas!

Podemos até orgulhosamente oferecer o ânus para uma penetração mas agora acusarem-nos de Racistas?! Ai isso é que não!