domingo, 1 de março de 2009

Criminalidade

As recentes notícias do “Correio da Manhã” e “Diário de Notícias”, que têm por base fontes e declarações da Polícia Judiciária de Lisboa e do Porto, dão razão ao que sempre tenho vindo a afirmar que a criminalidade crescente está directamente relacionada com a imigração.

De acordo com o estudo revelado pelo CM, tendo por base a PJ de Lisboa, 41% dos homicidas são estrangeiros, sendo que estes, segundo a mesma fonte constituem uma percentagem de 7% da população, pelo que facilmente se verifica a forte propensão para o crime no seio dos imigrantes, que me leva a afirmar que a imigração traz um aumento da criminalidade. Dos restantes 59%, apontados como sendo portugueses, lembro que estes são na sua maioria filhos de imigrantes aos quais já foi atribuída a nacionalidade portuguesa. Dessa forma, a afirmação de que 59% dos homicidas são portugueses é uma falácia, uma vez que por um lado são fruto directo da imigração e por outro lado, para mim, estes não são nem nunca serão portugueses de facto.

O povo português está a ser vítima, na sua própria casa, da criminalidade trazida por uma imigração que nos invade e desrespeita.

Quando eu paro num semáforo e me deparo com um sujeito que, num puro acto de teatralidade, geme e tremelica estendendo a mão... pergunto-me se nós, portugueses, precisamos disto!

Nós não precisamos de uma tipa obesa e suja com uma criança ao colo a pedir nos semáforos.

Assim, para mim, é urgente:

> alterar a Lei da Nacionalidade, consagrando o “Jus Sanguinis” como critério único;
> reverter os fluxos migratórios, repatriando os ilegais, marginais e subsídio-dependentes;
> apoiar as polícias, dando-lhes autoridade, meios para agir, equipamento e preparação, dignificando a sua carreira de risco e desgaste;
> reduzir a inimputabilidade penal para os 14 anos;
> julgar os crimes com rapidez;
> garantir o efectivo cumprimento das penas.