sábado, 29 de agosto de 2009
Pessoas
pois
és mmo despegado
o outro n existe pa ti ou ke?
qdo fazes sexo cmg ate parece q tas vazio
sei la
as xs é esquisito
és alguem bastante estranho
n crias afinidds com as pessoas.. nem keres criar
é o teu mundo . sozinho sozinho
sei la... tas lá cmg ... mas como n ha afinidd nenhuma é como se n tivesses .. continuas
la n teu mundo .
pouco importa c quem tas
tas ali so para ti
bom.. tou a exagerar
yh ...
opah. é so o facto de ser so sexo e pronto
MM diz:
querias algo mais é isso
Rita diz:
nao
nao quero
mas é diferente qd ha senntimntos d afecto
mas ... é bom so sexo tb
faz se e ta despachado
MM diz:
mas da m a entender q tas confusa
Rita diz:
confusa?
em relaçao a ke .?
MM diz:
n sei, tas a dizer q por um lado falta qq coisa
mas por outro tb é bom so sexo
Rita diz:
neste mo/ n kero ter essa 'qq coisa' de qq das formas
MM diz:
entao tas bem
tas feliz
pk essa coisa d veres vazio em mim etc
Rita diz:
yah
so preciso de sexo
à bruta
lol
MM diz:
entao ta td bem
é o q interessa
Rita diz:
é o teu lado individualista
mas n tou a dizer k kero k mudes
lol
MM diz:
se eu mudasse deixavas d gostar
Rita diz:
so constato factos,n digo k kero e k preciso k me abraces
sei la eu
nem te imagino a mudar se ker
plo menos em relaçao a mim
MM diz:
tas a ver m a dar abracos?
Rita diz:
tvz encontres uma gaja e com ela sejas diferente
pk nao? lol
n sabes dar?
MM diz:
ao meu pai e a minha mae
lol
Rita diz:
pronto
ja é qq coisa
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Ryanair
As empresas prestam vassalagem aos seus clientes, não importa se eles têm ou não razão e daí até saiu a velha máxima "O cliente tem sempre razão".
Na verdade,
O cliente é estúpido.
O cliente é parvalhão.
O cliente é mal educado.
O cliente é arrogante.
O cliente é pretensioso.
O cliente é tudo isso e muito mais.
Mas se assim é porquê que os empregados que lidam directamente com o cliente respondem a tudo isso com um simples sorriso e um "Desculpe, tem toda a razão." ?!
Bom porque o cliente sabe que sem ele a empresa não existia e a empresa sabe-o também. Então o cliente aproveita-se deste "poder" e usa e abusa como quer, gritando, gesticulando, armando (barraca, claro!) e todos os "-andos" que possam haver, na esperança que mesmo assim seja bajulado com mil desculpas.
Se não forem bajulados com mil desculpas vão com certeza reparar que o cliente fica possesso, irritado por se sentir humilhado nas suas pretensões usando como último recurso o livro de reclamações, sendo este o golpe final em que ele, o cliente, sai de cabeça erguida.
No entanto existe uma pessoa que toda a gente odeia mas que eu adoro: Michael O'Leary!
Este senhor é o presidente da Ryanair, uma companhia aérea Low-Cost .
Ele diz "O nosso atendimento ao consumidor é diferente do de todas as outras companhias aéreas, que têm uma imagem de 'queremos cair a seus pés, abuse de nós, o cliente tem sempre razão' e todo esse absurdo."
Em contraste, diz O'Leary, a Ryanair promete quatro coisas: tarifas baixas, um bom registo de voos dentro do horário, poucos cancelamentos e poucas bagagens perdidas.
"Se quiser algo mais - vá-se embora! Nós vamos pagar um hotel se o seu voo for cancelado?", "Não! Vá-se embora."
"Vamos reembolsar uma passagem não-reembolsável porque a avó morreu de repente?",
"Não! Vá-se embora. Não estamos interessados nas suas lamurias! Qual parte do 'sem reembolsos' você não entendeu?"
"Perdeu o voo porque esperou demais no balcão da Ryanair? Azar! A sua bagagem está levemente acima do peso? Deite fora o excedente! "
E no entanto, no meio disto tudo em que toda a gente fala mal da companhia, é engraçado ver que foi das poucas que tem obtido lucro nesta crise e porquê?
Simples, os clientes querem "tarifas baixas, um bom registo de voos dentro do horário, poucos cancelamentos e poucas bagagens perdidas" e mesmo que a empresa não os bajule eles escolhem-na na mesma porque viajar na Europa por 5 euros vale o sacrifício.
Quem vier com as tretas de cliente sempre a queixar-se de tudo leva com isto pelo rabo acima:
"Não estamos interessados nas suas lamurias! Vá-se embora!"
Grande O'Leary!!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Eufemismos
Num país cuja mentalidade dominante e reinante põe tudo de pernas para o ar, já se sabe que nele só a falsidade pode imperar e a realidade das coisas é invertida.
Esse país é nosso Portugal de hoje em dia que, subjugado a uma propaganda perversa, marcada por múltiplos complexos, utiliza o eufemismo, intencionalmente, para virar o bico ao prego das realidades. É neste contexto que verificamos a gradual substituição de uma série de termos do nosso vocabulário corrente, onde, numa lista infindável, por exemplo, preto passou a ser pessoa de cor, delinquente a jovem, drogado a toxicodependente…
O problema que aqui reside é que não se trata apenas de simples forma de expressão ingénua, mas sim de uma estratégia concertada onde esta questão, aparentemente inócua, na verdade faz parte de um todo que visa inverter as mentalidades, manipulando-as e mais facilmente as dominar. A utilização dos antigos vocábulos é assim, à luz desta mentalidade, uma afronta contra a sociedade.
Preparadas assim as pessoas, num terreno semeado por eufemismos que visam proteger uns quantos e promover outros num branqueamento cego (ou “invisual” de acordo com a mentalidade instituída….) de tristes realidades, estão então lançadas as bases para as inverter.
É precisamente isto que se passa na nossa sociedade! A opinião maciçamente publicada passa a ser confundida com opinião pública. Esta por sua vez sente-se refém da opinião veiculada e só os mais lúcidos ou corajosos é que ousam ir contra a corrente e denunciar que está tudo de pernas para o ar.
Assim, nesse contexto, os polícias, defensores da ordem, passam a ser vistos aos olhos dos incautos (já devidamente narcotizados pela propaganda) como os agressores gratuitos e por outro lado os criminosos como uns desgraçadinhos, vítimas de uma sociedade que não os compreende…
Estas anteriores considerações vieram a propósito dos recentes ataques a tiro a dois polícias, facto que foi noticiado, mas também daqueles factos não noticiados (ou discretamente feitos) que são as agressões diárias aos agentes da autoridade por parte dos tais jovens aos quais nunca deixarei de chamar delinquentes organizados em gangues étnicos. Basta referir que ainda no mês passado, uma patrulha policial entrou no Bairro da Quinta Fonte (apresentado como pacificado pela propaganda oficial do governo) em perseguição a uns assaltantes (que já se sabe que "não têm culpa", pois são “vítimas” de um sistema opressor e da “brutalidade policial”) e foi “naturalmente” recebida à pedrada e garrafada.
No dia em que os dois polícias foram alvejados, onde estavam os sempre defensores da tolerância, da não-violência e de outras fantasias que tais?
Se um polícia atira a um criminoso, no cumprimento do seu dever, aqui del-rei que abusou da força, agiu com brutalidade, instigou ao ódio… E lá vêm as tais pessoas e associações, pagas com o nosso dinheiro, defender os “desgraçados” que “apenas” mataram, violaram ou roubaram, mas com “desculpas e atenuantes” (claro está!...) e apontar o dedo à polícia e à autoridade.
Mas que raio de sociedade é esta em que o absurdo, que entra pelos olhos de qualquer pessoa normal, se impõe desta forma chocante?
Para mim a defesa da ordem é uma prioridade e a segurança é inquestionável! Para tal, eu defendo inequívoca e efectivamente a polícia.
Como podemos nós tolerar que o Estado ande a sustentar, com o nosso dinheiro, através de toda a sorte de subsídios e apoios, estes invasores que nos desrespeitam e aos quais ainda por cima têm o desplante de atribuir a “nacionalidade” portuguesa?
Esta é realidade que temos e eu defendo a sua radical inversão!
Assim, ao invés de desculpabilizar-se os delinquentes, pagar-lhes subsídios e dar-lhes a nacionalidade portuguesa, factos que considero um grave atentado aos portugueses e a Portugal, inversamente, defendo a sua punição penal, o repatriamento, a extinção do reagrupamento familiar, o corte radical e imediato dos seus subsídios e a alteração da lei da nacionalidade (a qual deve ser exclusivamente herdada e nunca dada ou exigida).
Por outro lado, em relação aos polícias o que se verifica é que estes são desautorizados e mal tratados na opinião feita pública. Verifica-se que têm perdido sistematicamente direitos adquiridos e regalias mais do que justas. Verifica-se que a sua idade de reforma é aumentada e não se tem em conta que se trata de uma profissão de desgaste, devido ao trabalho por turnos e de risco. Não se atende aos seus sucessivos pedidos de aumento de efectivos que tanta falta fazem e pelo contrário, o MAI só desfalca o quadro colocando polícias a fazer de guarda-costas ou em trabalhos administrativos (isto já para nem falar na sua utilização na caça á multa…). As esquadras estão vazias e muitas vezes apenas contam com um ou dois agentes de serviço, criando uma situação de tal modo aflitiva em que os criminosos até se sentem encorajados a invadi-las e agredir polícias no seu interior. Os polícias não têm material adequado nem suficiente para fazer face a uma criminalidade crescente e ainda por cima têm que pagar o equipamento com o seu dinheiro, tendo para tal um subsídio ofensivo, de tão ridículo que é. Quando os polícias estão deslocados da sua terra de origem e longe das suas famílias, coisa que sucede em inúmeros casos e por muitos anos consecutivos, onde está a facilidade na aquisição de casa e o seu reagrupamento familiar que se dá de mão beijada aos seus agressores?
Comigo as coisas voltariam à sua correcta posição!