Num mundo perfeito, todos os povos, todas as culturas e todas as religiões partilhariam o mesmo espaço harmoniosamente, felizes e contentes! O que é certo é que se nem um casal consegue entender-se e se divorcia então juntar vários povos completamente diferentes parece-me uma tarefa um pouco impossível.
Vamos começar do princípio: "Todos diferentes, todos iguais."
No mundo animal existem muitas espécies no qual em cada uma delas também se diferenciam muitas raças. Nos cães por exemplo, existem muitas raças diferentes, no entanto não deixam de ser cães. Nas diferentes raças da mesma espécie existem características diferentes como é óbvio, caso contrário seriam da mesma raça. Estas características diferentes conferem à raça em questão pontos fortes e pontos fracos, dependendo da utilidade que queiramos dar a cada característica.
Se pretendermos um cão veloz então optaremos por uma raça que tenha essa característica bem vincada e diremos que esta raça é superior às outras.
Se pretendermos um cão forte fisicamente então já optaremos por uma outra raça com essa característica e esta passará a ser a nossa raça superior.
Mas, se por exemplo, quisermos um cão que não seja só veloz e não seja só forte mas sim com ambas as características então poderá haver uma raça, diferente das duas anteriores, que preencha esses requisitos e esta passará a ser a nossa raça superior.
Quero eu com isto dizer que a superioridade de uma raça apenas depende da função e utilidade que queiramos dar. Uma raça perfeita, que seja superior em todas as características, não existe!
Posto isto penso que elucidei o verdadeiro significado da frase acima citada, somos todos diferentes enquanto raças mas todos iguais apenas enquanto espécie humana.
Desde o inicio dos tempos que nós, não longe de qualquer outro animal, defendemos territórios pois não só eles nos trazem alimento como também a possibilidade de nos procriarmos e assim dar continuidade à nossa raça. O resultado nos nossos tempos é a definição de fronteiras e por sua vez a diferenciação do vasto território em diferentes países.
Um país não é mais do que um território defendido pela sua respectiva raça pois é a forma que a raça tem de garantir a sua existência.
Na Europa é como se existissem várias tribos da mesma raça - chamem-lhe Caucasiana, Europeia ou que quiserem, que se dividem em vários países mas que chegaram à conclusão, não prescindindo obviamente dos seus territórios, que podiam unir-se de forma a tornarem-se mais fortes perante o mundo, numa guerra que hoje em dia se traduz basicamente numa luta económica e não tanto numa luta militar. Encontrou-se portanto uma via pacífica de guerra.
A expansão de uma Nação e seu território já não se faz pela conquista física do terreno mas sim pela conquista económica!
É uma forma dos povos subjugados não se revoltarem contra o conquistador, visto que nem eles sabem que foram conquistados.
Estas formas sublimes de conquista são as que causam mais danos pois o povo quando descobre a invasão normalmente já é tarde demais!
É o que tem acontecido agora com as questões da globalização e da multiculturalidade em que os Europeus vêm-se agora envolvidos e amordaçados com falsos moralismos. Assim do nada ficamos impedidos de falar seja de que raça for, de tal forma que o ódio demonstrado pelos muçulmanos em relação aos Europeus, usando como pretexto as caricaturas de Maomé, foi consentido ao ponto de até algumas embaixadas Europeias terem sido alvo de incêndios mas a Europa, paralisada, nada fez!
Nada fez porque o sentimento de vergonha ao ser acusada de Racismo é maior que o sentimento de humilhação que os muçulmanos provocaram em nós. Bandeiras queimadas, gritos de ódio, embaixadas incendiadas... tudo isso é nada desde que não nos acusem de Racistas!
Podemos até orgulhosamente oferecer o ânus para uma penetração mas agora acusarem-nos de Racistas?! Ai isso é que não!
2 comentários:
Qual é então o ponto específico que distingue uma raça da outra, em humanos? A cor? O cheiro das pessoas? O tamanho do pénis?
Genéticamente somos a maior badalhoquice de sempre, temos, digamos, que sangue de brancos, amarelos, preto, encarnados....
Como distingues os homens?
Fizeste uma pergunta sincera e construtiva, como tal vais ter direito ao próximo "post" porque vou responder a isso mesmo.
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